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Professoras e professores na pandemia: quais os desafios enfrentados por esses profissionais?

professores pandemia

A rotina dos profissionais da educação foi bastante afetada pela pandemia. O que esses professores e essas professoras têm enfrentado?

Dentre todas as instituições que precisam alterar suas dinâmicas de funcionamento em decorrência do Coronavírus, as escolas, sem dúvidas, são algumas das que mais têm enfrentado impactos ainda mais desafiadores. O cenário é completamente distinto do tradicional – agora, as aulas têm ocorrido de forma online. Desse modo, obstáculos bastante específicos e desafiadores surgem no dia a dia. Vamos falar sobre alguns deles.

Os principais desafios de professoras e professores na pandemia

Familiaridade com a tecnologia: por mais presente que a tecnologia se faça em nosso dia a dia, nem todos fazem uso dela com a mesma intensidade e destreza. Não obstante, dar aulas online requer contato próximo e constante com inúmeras ferramentas do meio digital: plataformas de vídeo e de ensino, diferentes formatos de arquivo, microfones, entre muitas outras. Sem tempo hábil para uma adaptação adequada, professores e professoras precisam encontrar formas de não deixar que isso interfira na qualidade do ensino e, nem sempre, recebem o apoio necessário.

Planejamento de aulas: o planejamento, por si só, já é uma tarefa bastante trabalhosa – e extremamente importante. No meio digital, esse planejamento precisa ser diferente. Afinal, deve considerar o novo formato dos exercícios, do material de apoio e do compartilhamento do conteúdo. Uma adaptação complicada já que o ensino online não era uma realidade para muitos educadores, educadoras e grande parte dos estudantes.

Engajamento dos estudantes: essa é uma consequência do planejamento. Como uma aula deve ser organizada para que alunos e alunas possam permanecer engajados? Esse desafio, comum no meio tradicional de ensino, dobra de tamanho quando o cenário é online. Afinal,em suas casas, esses estudantes têm muito mais distrações: celulares, música, TV e a própria internet. Além disso precisamos estacar que, nem todos têm computadores em casa, nem internet. E assim, como manter o acesso a uma educação de qualidade sem equidade?

Acesso dos estudantes à tecnologia necessária: uma internet de qualidade é um privilégio do qual nem todos os alunos e alunas podem desfrutar. O ensino online requer muito mais do que um celular 3G, por exemplo. Equipamentos adequados são necessários, além de uma boa conexão. Sabemos que são recursos que custam caro. Dessa forma, a migração para o meio digital não é garantia de que a educação seguirá acessível para todos e todas. A lista pode estender-se ainda mais, uma vez que cada aula pode trazer consigo novas dificuldades. Juntos, todos esses problemas impactam ainda outro aspecto:

A saúde emocional
Um levantamento feito pelo Instituto Península realizado entre abril e maio de 2020 apontou que, em uma escala de zero a cinco, educadores e educadoras classificaram, em média, como 2,15 (em uma escala de 0 a 5) o impacto desse cenário em seu bem-estar. Ou seja: a pandemia tem causado grandes e negativos impactos na saúde mental desses profissionais. Aqui, a lista de agravantes também é enorme: a preocupação com os estudantes, os salários baixos, o equilíbrio entre tantas tarefas, as incertezas geradas pela pandemia…

E se, por um lado, o ensino online é tão controverso, por outro, a retomada das aulas presenciais também é. Vivemos uma grave pandemia e desprovidos de uma governança séria e alinhada, sem lideranças fortes e trabalhando, dentro do que podemos, com apoio de entidades que apoiam a educação mas que também necessitam de alinhamento sério e responsável para tomada de decisão.

A união como medida para contornar a situação

Uma situação de emergência global, como a que estamos vivendo, nos obriga a enfrentar problemas estruturais do local onde vivemos – os salários, a falta de acesso à tecnologia etc. Não é de se surpreender, portanto, que nos sintamos sozinhos e com a saúde emocional comprometida.

Estamos aqui para ajudar professoras e professores na pandemia. Afinal, a Piraporiando é feita por educadoras – compreendemos e vivenciamos esses desafios também.

Todo nosso trabalho considera a relação de afeto com a escola, com seus professores, coordenadoras, diretoras… Por isso, se você necessita de ajuda, recomendamos que não deixe de buscá-la. Não pense que está sozinho ou que nada pode ser feito. Afinal, cuidar do da saúde mental e emocional é tão importante quanto cuidar da saúde física. Listamos aqui, com muito afeto, dicas importantes para você:

1 – Tomar sol: o sol é extremamente importante para o funcionamento do nosso corpo. Além da vitamina D, tão importante para nosso corpo e mente, ele também nos revigora e nos dá a sensação de bem-estar.

2 – Converse com seus colegas: sejam eles da sua escola ou não. Existem muitos grupos de conversa onde você pode compartilhar seus desafios com outros professores.

3 – Se alimente bem e beba água: parece algo básico, mas esse tipo de tarefa não mantém saudável apenas nosso físico, mas também a nossa mente.

4 – Consuma conteúdo que faça você rir: assim, seu cérebro libera hormônios que vão ajudar você a se manter bem. Além disso, esse tipo de atividade vai tornar seu dia muito mais prazeroso.

5 – Preste atenção em sinais como desânimo, falta de apetite, sono em excesso ou insônia: além desses, o medo irracional e constante também é um sinal. Eles podem significar que você está passando por um quadro de ansiedade e/ou depressão. Quando sentir esses “sintomas”, não hesite em procurar ajuda profissional. Existem, aliás, psicólogos e psicólogas que atendem de forma online, e/ou gratuita.

6 – Leia um livro: ler é uma ferramenta poderosa para exercitar nossa mente, trabalhar nosso imaginário e nos dar criatividade.

Ao inserir essas atividades na sua rotina, seus dias serão mais leves. Você se sentirá melhor, conseguirá pensar melhor e enfrentará esse momento difícil com mais energia!

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