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Série Educação Piraporiana – Marsha P. Johnson

Nascida em 24 de agosto de 1945, na cidade de Elizabeth, em Nova Jérsei, filha de Malcolm Michaels, e Alberta Claiborne, Johnson frequentava a Igreja Episcopal Metodista Africana, em Nashville, sendo uma devota religiosa e, de certo modo, interessada no catolicismo. Marsha P. Johnson era conhecida como animada, amável e cheia de vida. Reconhecida no mundo inteiro por sua história frente às causas gays.

Marsha P. Johnson foi uma grande ativista das causas LGBTQIA+ nos anos 60 em Nova Iorque, nos Estados Unidos. Drag queen e fundadora da Gay Liberation Front, Marsha foi uma das primeiras pessoas a pedir o fim da perseguição à diversidade. Ela sempre se preocupou com os jovens LGBTQIA+ que viviam em situação de rua, e junto com Sylvia Rivera criou a Street Transvestite Action Revolutionaries (S.T.A.R.), com a finalidade de oferecer moradia aos LGBTQIA+. Para garantir o funcionamento da casa, Marsha e Sylvia trabalhavam nas noites de Nova Iorque. “Nós alimentávamos, vestíamos as pessoas e mantínhamos o prédio funcionando. Saíamos para as ruas e pagávamos o aluguel. Nós não queríamos que os jovens estivessem nas ruas se prostituindo”, contou Rivera em entrevista em 1995.

Se hoje, muitos LGBTQIA+ podem frequentar bares, casas noturnas, andar nas ruas e celebrarem os diversos eventos voltados à comunidade, foi devido a muito sofrimento, luta, e enfrentamentos que Marsha e diversas personalidades resistiram, apanharam, e tomaram as ruas incansavelmente, até o fim.

Marsha morreu em 1992, a causa da morte ainda é questionada. Seu corpo foi encontrado no rio Hudson, próximo a sua casa, a polícia deu as investigações como encerradas alegando suicídio, porém, até hoje há dúvidas quanto a isso. Infelizmente sua história não ficou no passado, ainda hoje travestis e transexuais são alvos de ódio, homicídio, preconceito e segregação.

O Brasil é o país que mais mata pessoas trans no mundo, segundo relatório da organização Transgender Europe em 2016. Um dos casos mais brutais é o de Dandara dos Santos, 42 anos, que foi brutalmente arrastada de dentro da sua casa, torturada e assassinada por ao menos quatro homens, em uma via pública, em Fortaleza, no Ceará. Infelizmente são muitas as vítimas, mas nem todas são levadas a frente, ou tem visibilidade.

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