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Parentalidade socioafetiva: as múltiplas formas de se construir uma família feliz

mãe e filho

O afeto tem valor jurídico: é disso que se trata a parentalidade socioafetiva. Em linhas gerais, podemos resumir como o reconhecimento civil do afeto, com base no estado de posse dos filhos e filhas. Na prática, o que isso significa? Que os laços biológicos não são mais os únicos que importam na hora de definir o que é uma família.

Padrastos, madrastas, pais e mães adotivos: todo ambiente no qual há amor é considerado legalmente como família.

Parentalidade socioafetiva: um basta à fundamentação preconceituosa da família tradicional

Em seu significado literal, a família tradicional, a princípio, nada teria de errado: composta por um pai, uma mãe – unidos pelo matrimônio – e suas crianças, ela seria apenas mais uma configuração familiar, tão válida quanto qualquer outra. Entretanto, ao longo dos anos, o termo foi ressignificado de forma a posicionar a dita “família tradicional” como a única aceitável.

Como explicamos no começo desse artigo, acreditamos que o afeto deve ser o elo que une diferentes pessoas e as transforma em uma família. Para afirmar isso, precisamos explorar o que uma família significa de fato, para além do parentesco sanguíneo.

Pense por um instante: o que uma família significa – ou deveria significar – para você? Para nós, família são aqueles indivíduos com quem compartilhamos a nossa existência e que nos dão não apenas suporte, mas também amor e acolhimento. Tente dar um significado pensando em uma criança: uma família deve ser o grupo de pessoas que cuida, protege, garante a integridade, que ensina.

Depois dessa reflexão, não parece incoerente acreditar que uma família deva se caracterizar unicamente por um pai e uma mãe, quando o amor em uma relação é construído e praticado independente de gênero e genética, por exemplo?

Multiparentalidade e homoparentalidade: onde há vínculo afetivo, há família As mudanças sociais e as particularidades de cada pessoa e grupo de pessoas traz à roda configurações familiares diversas. Em uma família, podemos ter duas mães ou dos pais, o que configura a homoparentalidade.

A multiparentalidade, por sua vez, acontece quando uma pessoa tem um pai biológico e um padrasto, por exemplo – e tem vínculo de afeto com ambos. Nessa configuração, haveria uma mãe e dois pais. As situações podem ser inúmeras: órfãos e órfãs que são adotados e, portanto, podem considerar quatro pessoas como pais e mães, madrastas e padrastos, entre muitas outras.

Somos diversos e diversas, e assim também são as nossas relações. Construímos laços uns com os outros e, com essa aproximação intensa e cultivo do amor, nos tornamos famílias. O afeto e o amor não são sentimentos definidos por regras, eles nascem em ambientes onde sentimos segurança, suporte, respeito e liberdade. Para isso, não há gênero ou situação específica.

Por esses motivos acreditamos na validade da parentalidade socioafetiva. Apoiá-la é permitir que todas as crianças possam ter um lar um amoroso e seguro. Na missão de levar às pessoas uma maior compreensão sobre o respeito e a aceitação da diversidade, nós, da Piraporiando, escrevemos livros que contam histórias que ensinam a celebrar as diferenças. Quer saber mais sobre eles? Clique aqui.

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