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Mês do combate à Discriminação – Ações práticas e básicas contra a discriminação

Respeitar a diversidade é fundamental para uma convivência social harmoniosa.  Nenhuma pessoa deve ser discriminada por deficiência, sexo, raça, etnia, orientação sexual, identidade de gênero, localização geográfica, situação econômica, de migração, religião, doenças ou qualquer outro motivo.  

No dia 1 de março é celebrado O Dia Mundial de Zero Discriminação, um momento que nos oportuniza pensar em ações diárias para não discriminar. As Nações Unidas (ONU) celebram o 1º de março como dia de combate a todas as formas de discriminação com o objetivo de evitar que a nacionalidade, o sexo, a idade, a origem étnica, a condição/orientação sexual e a religião continuem sendo causas de exclusão em todo o planeta.  O dia “zero de discriminação” é uma campanha do Programa Conjunto das Nações Unidas sobre HIV/AIDS (UNAIDS) proclamado pela Assembleia Geral da ONU em 2013, com o fim de erradicar todas essas práticas que reduzam a capacidade das pessoas de participarem de forma plena e significativa na sociedade. 

Ainda este mês celebramos o Dia Internacional de Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, criado pela Organização das Nações Unidas (ONU) e celebrada em 21 de março em referência ao Massacre de Sharpeville.

Em 21 de março de 1960, em Joanesburgo, na África do Sul, 20.000 pessoas faziam um protesto contra a Lei do Passe, que obrigava a população negra a portar um cartão que continha os locais onde era permitida sua circulação. Porém, mesmo tratando-se de uma manifestação pacífica, a polícia do regime de apartheid abriu fogo sobre a multidão desarmada resultando em 69 mortos e 186 feridos.

Em memória a este massacre a Organização das Nações Unidas – ONU – instituiu 21 de março o dia Internacional de Luta contra a Discriminação Racial. 

 

                            1 de março é celebrado O Dia Mundial de Zero Discriminação

 

Ações práticas e básicas contra a discriminação:

1 passo:  Respeite! Compreenda que cada pessoa nasce em um contexto histórico, social, econômico, geográfico, familiar e político diferente do seu, ou seja, jamais imponha as suas experiências.

2 passo: Se importe! Tenha interesse pela história do outro! A discriminação acontece muitas vezes por falta de conhecimento e medo do desconhecido. Entenda a importância e a riqueza da pluralidade, que possibilita uma visão de mundo mais significativa e justa.

3 passo: Ajude! Não se silencie diante de uma situação de discriminação. Esteja atento/ atenta  às pessoas ao seu redor. Seja proativo/proativa. Trate as pessoas com respeito. Importar-se também é respeitar. 

4 passo: Compartilhe! Converse com pessoas do seu convívio sobre estes assuntos e compartilhe seus aprendizados. 

5 passo: Se desafie! Um mundo com mais equidade requer um trabalho diário e coletivo que inclui análise crítica e renúncia a certos privilégios. 

 

Jenniffer Augusto da Silva Cornélio – Educadora na  Piraporiando.

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